Historicizando a escravidão

Quando falamos em escravidão, é difícil não pensar nos navios negreiro superlotados de africanos sendo desumanamente vendidos nas Américas por europeus. Assim como é difícil não lembrarmos das perseguições e punições dadas no Brasil aos negros fugidos; da resistência de Palmares; da herança africana presente na nossa cultura (língua, costumes, vestimenta, música, culinárias e etc.). Contudo, a escravidão é muito anterior ao tráfico de africanos e não se restringiu aos negros.

Partindo dessa afirmativa, organize cronologicamente as imagens abaixo, identificando, ao lado, a sociedade que está sendo representada.

Pintura da tumba do artesão Menna mostra prisioneiros de guerra arando o solo, c. 1422-1411 a.C. Egito.
Pintura da tumba do artesão Menna mostra prisioneiros de guerra arando o solo, c. 1422-1411 a.C. Egito.
Obra “Mercado de escravos em Roma”, quadro do pintor francês Jean-Léon Gérôme, 1884
Obra “Mercado de escravos em Roma”, quadro do pintor francês Jean-Léon Gérôme, 1884
Jean-Baptiste Debret. Apresamento de índios. Século XIX
Jean-Baptiste Debret. Apresamento de índios. Século XIX
Jean-Baptiste Debret. Jovens negras indo à igreja para serem batizadas, 1821
Jean-Baptiste Debret. Jovens negras indo à igreja para serem batizadas, 1821

Caracterizem os escravos das imagens e como eles estão sendo representados. O que mais lhes chamou a atenção? Depois pesquisem qual tipo de escravidão está sendo representada em cada uma dessas imagens, apontando as suas semelhanças e diferenças.

Nessa pesquisa vocês puderam perceber que várias sociedades escravizaram diferentes tipos de pessoas e que nem sempre a cor da pele foi um elemento decisivo para escravizá-las, certo? Então, com base na sua pesquisa, e com os textos sugeridos abaixo, definam, com suas palavras, o que seria escravidão.

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